aMor és uma variedade suave e fechada, e tudo de Ti em Mim e Mim é uma involução suave e definida em Ti., não, em Mim. Não. Em. Tu e Mim, dis Juntos, somos estranha des_união de dois espaços. Sim, tens razão, te projeto e encontro algo de invariante. Mas nem sempre somos um par. Nem sempre ao mesmo tempo positivos. É complexo. a + bi + cj + dk, em que a e c são reais. b também. d também. d é mais real. F já faz parte da equação. Cada letra em seu lugar. E ele e M? M já está. É peça principal. I e J são uma matriz infinita. O próprio universo. Mas não podemos nos multiplicar comutativamente. Não há porque ir e vir. Tu és Mim elevada a n. Nem saberia dizer, não poderia. O contexto sempre dá margem à confusão. Há fatos intrigantes no capítulo zero e nossa história é exatamente assim como diz o dicionário: uma molécula aquiral, ou de face de uma molécula insaturada, que não leva ao surgimento de um enantiômero, seja por substituição, seja por adição. É, eu não entendo. Nossa música é Floyd, mas não é Pink. Minha fibra se estica e em alguns momentos não passo de coisa fibrada. Sem conjunção. Apenas fibras que ainda podem andar, correr, nadar, comer, rir, dormir, viajar. Amar. O dicionário só vai até borda. Não há bordismo. Difeo é um prefixo da cidade de Atlanta que você resgatou. Bordar já não significa trançar fios, não diz respeito a pano ou bastidor, ponto de +, renda, labirinto. Bordar | bordejar | é tocar de olhos fechados o abismo. E enquanto isso as transformações unívocas riem de mim, as transformações dos grupos sobre outros riem de mim, e enquanto isso as operações são preservadas: operações De descartes, operações de desastre, operações de cura.
:: andrews ostrovsky + george redhawk ::
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ps_1. redwahwk is legally blind
ps_2. imagens forte

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