Cabem meus olhos fechadosalém de todo meu corpona antessala do sonoMinha cabeça é um barcosempre indiferente ao porto.Corto a memória em pedaçosaqui e acolá, um mortoenvolto em névoa de outonoMeu coração é um arcode ventre empenado e torto.
:: the chimera | odilon redon, 1891 ::
a biblioteca de borges
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